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Notícias em 1 parágrafo!

Tudo sobre Pesquisa Científica

A surpreendente conexão entre a Lua e a atmosfera da Terra

Um novo estudo revela que a Lua está 'roubando' a atmosfera da Terra, transportada pelo vento solar, um fenômeno ocorrendo há bilhões de anos. Pesquisas anteriores habían sugerido que a atmosfera terrestre, no início de sua formação, poderia ter contribuído para a composição química do solo lunar, mas agora se argumenta que o campo magnético da Terra não impede, mas sim auxilia a transferência de partículas. Isso implica que, além da água e do nitrogênio, outros gases voláteis continuam sendo enviados à Lua, o que pode ter implicações significativas para futuras explorações lunares e colônias autosustentáveis.

Estudo sugere que estamos procurando vida alienígena no lugar errado

Um novo estudo revela que a busca por vida complexa em planetas próximos a estrelas anãs vermelhas, comuns na galáxia, pode ser infrutífera. Pesquisadores da Universidade Estadual de San Diego descobriram que a luz emitida por essas estrelas não é adequada para suportar o tipo de fotossíntese necessária para a produção de oxigênio em níveis suficientes. O estudo sugere que organismos multicelulares em planetas orbitando estrelas anãs M podem nunca alcançar concentrações de oxigênio comparáveis às da Terra, tornando a existência de vida complexa nesses mundos extremamente improvável, mudando assim as direções da pesquisa astrobiológica.

A fascinante história de Panótia, o supercontinente polêmico

A Panótia, um suposto supercontinente que pode ter existido no Hemisfério Sul entre 600 e 560 milhões de anos atrás, divide opiniões entre geólogos. Sua breve existência teria desencadeado eventos geológicos significativos, como a formação de cadeias de montanhas e uma queda global no nível do mar. No entanto, novas tecnologias e métodos, como o paleomagnetismo, questionaram a solidez das evidências que sustentam a Panótia. Muitos acreditam que, embora houvesse aglomeração de terras no sul, estas nunca se uniram em um supercontinente. O debate científico sobre o assunto continua, revelando a complexidade da história da Terra.

Tubarões da Groenlândia: os gigantes que vivem 400 anos e ainda veem bem

Um estudo recente revela que os tubarões da Groenlândia, os vertebrados mais antigos do planeta, que podem viver até 400 anos, não são cegos, como se pensava anteriormente. Pesquisadores descobriram que um mecanismo de reparo de DNA mantém sua visão ao longo do tempo, mesmo em condições de baixa luminosidade. Análises realizadas em tubarões capturados na Groenlândia mostraram ausência de morte celular nas retinas e presença ativa da rodopsina, proteína vital para a visão em ambientes escuros. Essas descobertas podem ter implicações valiosas para a saúde humana, especialmente em relação à perda de visão na terceira idade.

Cientistas confirmam a existência de um planeta errante do tamanho de Saturno

Cientistas confirmaram, pela primeira vez, a existência de um planeta errante do tamanho de Saturno, localizado a cerca de 10 mil anos-luz da Terra. Este gigante gasoso, com massa aproximadamente 70 vezes maior que a da Terra, desafia a compreensão anterior sobre a formação planetária e a quantidade desses corpos celestes. A descoberta aconteceu através da técnica de microlente gravitacional, que permitiu determinar sua massa e distância ao observar como sua gravidade distorceu a luz de uma estrela distante. Esse achado abre novas perspectivas para entender a prevalência de planetas errantes na galáxia.

NASA revela bolhas de raios gama no superaglomerado Westerlund 1

A NASA fez uma descoberta inovadora ao identificar pela primeira vez uma bolha de raios gama emanando do superaglomerado estelar Westerlund 1, localizado a 12 mil anos-luz de distância, usando o Telescópio Espacial Fermi. Esta emanação é crucial para compreender a evolução da Via Láctea, pois evidencia a interação entre raios cósmicos e matéria. A pesquisa, liderada por Marianne Lemoine-Goumard e publicada na Nature Communications, aponta que as estrelas jovens do aglomerado são responsáveis por essa borbulha de alta energia, contribuindo para a formação estelar e distribuição de elementos químicos pela galáxia.

Cães inclinando a cabeça: um gesto de atenção comprovado por estudo

Um estudo publicado na revista *Animal Cognition* sugere que a inclinação da cabeça dos cães ao ouvir palavras é um sinal de atenção reforçada, em vez de apenas um comportamento de coleta de informações. Analisando 40 cães, os pesquisadores perceberam que apenas os 'aprendizes dotados de palavras', especialmente da raça border collie, inclinavam a cabeça com frequência ao reconhecer termos. Esse gesto pode indicar um processamento cognitivo e uma maior concentração, não sendo apenas uma resposta a estímulos visuais ou auditivos. Essa pesquisa propõe uma exploração mais profunda sobre o significado desse comportamento canino.

Descoberta surpreendente de pegadas fossilizadas de dinossauros na Bolívia

Paleontólogos descobriram 16,6 mil pegadas fossilizadas de dinossauros em Carreras Pampa, Bolívia, um marco na paleontologia. Essas marcas, preservadas desde o final do Cretáceo Superior, são exclusivas de dinossauros terópodes, os grandes predadores pré-históricos. O sítio abrange mais de 7.400 m² e apresenta uma extensa variedade de pegadas. As trilhas revelam comportamentos raros, como arrasto de cauda, natação e locomoção em lama macia. Curiosamente, não foram encontrados vestígios de herbívoros, levantando hipóteses intrigantes sobre o ecossistema. Este achado é um importante avanço no entendimento da vida dos dinossauros no fim da era Mesozoica.

ONU dá início a monitoramento do cometa 3I/ATLAS sem ameaças de origem alienígena

As Nações Unidas iniciaram a vigilância global do cometa interestelar 3I/ATLAS, com monitoramento contínuo pelos próximos dois meses, realizado pela Rede Internacional de Alerta de Asteroides (IAWN). Apesar de não representar uma ameaça, a passagem do cometa oferece uma oportunidade valiosa para testar protocolos de observação global. A campanha, programada desde 2024, busca melhorar técnicas de monitoramento para objetos interestelares. Rumores sobre a origem alienígena do cometa foram desmentidos pela NASA, que apresentou imagens que confirmam a natureza do corpo celeste. Ilustrações de astrônomos amadores continuam a alimentar debates.

Cometa 3I/ATLAS pode ter seu caminho desviado por Júpiter

O cometa interestelar 3I/ATLAS, descoberto em julho, poderá ter sua trajetória alterada ao passar próximo de Júpiter em março de 2026. Um recente artigo no arXiv destaca simulações que mapeiam sua rota desde sua origem até o Sistema Solar. A velocidade elevada do cometa, de 58 km/s, é típica de objetos extraterritoriais. Embora algumas especulações sobre sua natureza alienígena tenham surgido, não há evidências que a apoiem. Estudos sugerem que, após bilhões de anos viajando solitário, 3I/ATLAS pode ter se originado em uma região galáctica distinta, o que o torna de grande interesse científico.

Estrela interestelar 3I/Atlas surpreende a ciência ao parar em órbita

A estrela interestelar 3I/Atlas, recentemente detectada pela NASA, surpreendeu a comunidade científica ao parar sua trajetória em órbita por vários dias. Esse fenômeno incomum pode sugerir a presença de forças desconhecidas, já que a natureza da energia cinética deveria proibir tal pausa. Observações detalhadas revelaram vibrações no núcleo da estrela, levando a especulações sobre interações magnéticas ou de plasma. Com uma idade estimada em 10 bilhões de anos e uma composição rica em dióxido de carbono, 3I/Atlas oferece uma visão única sobre a formação de sistemas estelares distantes e desafia modelos orbitais existentes.

Descoberta astronômica desafia a compreensão atual sobre o universo

Um novo estudo sugere que a expansão do Universo pode estar desacelerando, desafiando décadas de compreensão científica. Esta descoberta questiona a teoria predominante sobre a energia escura, que supostamente impulsionava a aceleração da expansão do cosmos. Em 1998, astrônomos propuseram que supernovas do Tipo Ia eram reflexos de tal aceleração, mas novas evidências insinuam que essa energia pode estar se enfraquecendo. Ao analisar supernovas em 300 galáxias, os pesquisadores concluem que sua luminosidade depende da idade da estrela progenitora, indicando assim uma nova fase na evolução do Universo e impulsionando debates entre cientistas sobre suas implicações.

Nova descoberta sobre o nariz dos Neandertais desafia teorias evolutivas

Cientistas analisaram o crânio do Homem de Altamura, um dos esqueletos mais bem preservados da história, para investigar a formação da cavidade nasal dos Neandertais, que viveu entre 130.000 e 172.000 anos atrás. A equipe utilizou câmeras minúsculas, já que o fóssil está incrustado na pedra, para entender se o formato do nariz é uma adaptação ao frio da Era do Gelo ou resultado de outras transformações evolutivas. Os resultados, publicados na revista PNAS, sugerem que as características faciais dos Neandertais são mais influenciadas por fatores ancestrais do que por mudanças climáticas.

Cometa 3I/ATLAS revela mistérios e ativa curiosidade científica

O cometa interestelar 3I/ATLAS, descoberto em 1º de julho de 2025, apresentou um aumento em sua cauda e cabeleira, indicando uma nova fase de atividade enquanto passa pelo Sistema Solar. Imagens do telescópio Gemini South, no Chile, mostraram que partículas e gases estão sendo liberados em maior quantidade. O fenômeno sugere que o 3I/ATLAS possui características similares a cometas nativos do Sistema Solar, o que pode oferecer novas informações sobre a formação de sistemas planetários. A astrônoma Karen Meech destacou que esta imagem marca um importante avanço científico e estético para a comunidade astronômica.

Astrônomos registram explosão de supernova em tempo recorde

Astrônomos capturaram pela primeira vez a explosão de uma supernova, SN 2024ggi, apenas 26 horas após sua ocorrência. A explosão foi registrada pelo telescópio VLT no Chile, destacando uma fase inicial rara que fornece insights sobre como estrelas massivas se transformam em supernovas. Localizada a 22 milhões de anos-luz da Terra, a estrela progenitora era uma supergigante vermelha. Os dados obtidos ajudam a descartar alguns modelos existentes sobre supernovas e destacam a importância da colaboração científica para entender os processos cósmicos. Esta observação inicial é um marco na astrofísica estelar, revelando questões fundamentais ainda debatidas.

Cientistas capturam explosão de supernova em detalhes pela primeira vez

Cientistas observaram pela primeira vez os estágios iniciais de uma supernova, um fenômeno que representa a morte explosiva de uma estrela. Utilizando o Very Large Telescope do Observatório Europeu do Sul, localizado no Chile, os pesquisadores analisaram uma estrela com cerca de 15 vezes a massa do Sol em uma galáxia distante chamada NGC 3621. A explosão, que ocorreu em abril de 2024, fez com que a estrela apresentasse um formato semelhante a uma azeitona. Essas observações podem ajudar a entender melhor os processos físicos envolvidos nas explosões de supernovas e a evolução estelar.

Cometa 3I/Atlas: A transformação impressionante revelada por radiação cósmica

O cometa 3I/Atlas, uma descoberta recente, passou por profundas transformações devido a bilhões de anos de exposição à radiação cósmica enquanto vagava pela Via Láctea. Sua crosta, composta de gelo e monóxido de carbono, atingiu entre 15 e 20 metros de profundidade, alterada pela interação com raios energéticos. Essa descoberta desafiou a visão convencional de que cometas interestelares preservam composições primordiais. Pesquisadores acreditam que a erosão solar poderá expor camadas internas intactas, revelando novas informações sobre as condições do espaço primitivo e a formação da Via Láctea, mudando paradigmas na astronomia.

Cometa 3I/Atlas surpreende com brilho intenso nas proximidades do Sol

O cometa 3I/Atlas atrai a atenção científica devido ao seu brilho superior ao esperado ao se aproximar do Sol. Pesquisadores identificaram essa característica com a ajuda de satélites como STEREO-A, SOHO e GOES-19, superando desafios na observação caused pela localização do cometa atrás do Sol. Durante seu caminho, os cientistas notaram que o brilho do cometa aumenta significativamente quando está mais próximo do Sol, alcançando luminosidade duas vezes maior que o normal. Isso levanta questões sobre sua composição e comportamento, com previsão de melhores observações após o cometa emergir do bloqueio solar.

Descoberta surpreendente: Nanotyrannus é uma nova espécie de dinossauro

Uma nova pesquisa revelou que o dinossauro Nanotyrannus, embora pareça um Tyrannosaurus rex menor, é uma espécie distinta. Com base em análises de fósseis coletados em Montana, os pesquisadores mostraram que o Nanotyrannus tinha características anatômicas únicas, como ossos maduros e um número maior de dentes. Ao contrário do T. rex, este dinossauro pequeno, que pesava cerca de 700 quilos, possuía adaptações para velocidade e agilidade. Os cientistas afirmam que a diferença entre os dois predadores aponta para uma rica diversidade de dinossauros antes da extinção em massa que ocorreu há 66 milhões de anos.

Nova descoberta esclarece mistério do aquecimento da coroa solar

Cientistas internacionalmente liderados pelo professor Richard Morton descobriram pela primeira vez evidências diretas de ondas de Alfvén torsionais na coroa solar, usando o Telescópio Solar Daniel K. Inouye, no Havaí. As observações, publicadas na revista Nature Astronomy, revelaram que essas ondas podem ser fundamentais para entender porque a coroa é significativamente mais quente que a superfície do Sol. O estudo utilizou técnicas de análise avançadas e desafiadoras, isolando movimentos sutis em meio a oscilações mais intensas. Essa descoberta pode melhorar as previsões climáticas no espaço e compreender melhor fenômenos como o vento solar.

Novo algoritmo do Google revoluciona a computação quântica

O Google anunciou um avanço significativo na computação quântica ao implementar um algoritmo capaz de prever a estrutura molecular com uma velocidade 13 mil vezes superior a de máquinas clássicas. O chip quântico Willow foi utilizado para alcançar esse resultado, que será instrumental na pesquisa química. Esse progresso não apenas replica técnicas de ressonância magnética nuclear, mas também desvenda informações anteriormente inalcançáveis. Esta é a primeira vez que se demonstra a ‘vantagem quântica’, mostrando que máquinas quânticas podem efetivamente superar os tradicionais supercomputadores. Os resultados podem transformar matérias-primas em novas tecnologias aplicáveis.

Bagres-abelha surpreendem ao escalar cachoeiras no Brasil

Uma nova descoberta surpreendeu cientistas ao registrar pequenos bagres-abelha do Mato Grosso do Sul escalando cachoeiras de até quatro metros. Este fenômeno, testemunhado pela Polícia Militar Ambiental em novembro de 2024, levou zoólogos da Universidade Federal do Mato Grosso do Sul a investigar o comportamento migratório da espécie rara Rhyacoglanis paranensis. O estudo revelou uma técnica de escalada coordenada, que envolve natação forte, pausas e sucção com as nadadeiras peitorais. Embora a escalada por peixes não seja inédita, essa adaptação única dos bagres-abelha desafia a compreensão atual sobre a biologia e migração dos peixes pequenos.

Cientistas se aproximam da confirmação da matéria escura

Cientistas estão mais próximos de provar a existência da matéria escura, um material invisível que supostamente representa mais de 25% do universo. Eles estudaram um brilho difuso de raios gama na região central da Via Láctea, que pode resultar de colisões de partículas de matéria escura ou de pulsares de nêutrons. Um novo estudo sugere que as emissões de raios gama provenientes da matéria escura são tão plausíveis quanto as dos pulsares. A eficácia do telescópio Cherenkov, a ser concluído em 2026, pode ajudar a diferenciar essas fontes de raios gama e avançar o conhecimento sobre a matéria escura.

Calor interno da Terra pode criar novo oceano na África

Um estudo recente revelou que o calor interno da Terra está provocando a separação das placas tectônicas na Junção Tripla de Afar, na Etiópia, criando gigantescas rachaduras que podem formar um novo oceano em milhões de anos. Essa atividade geológica, observável por satélite, envolve três grandes riftings e um padrão cíclico de atividade vulcânica. Os pesquisadores notaram que as assinaturas geoquímicas são semelhantes entre os riftes, sugerindo uma corrente única de material quente. Com impactos esperados nos padrões climáticos e na biodiversidade, a pesquisa também investiga as áreas de risco para futuras erupções e fissuras.

África em transformação: Um novo oceano pode estar se formando

Um estudo revela que pulsos de rocha derretida estão surgindo sob o leste africano, sugerindo a formação de um novo oceano em milhões de anos. Pesquisadores da Universidade de Southampton identificaram que a crosta terrestre está sendo progressivamente enfraquecida por esses pulsos rítmicos. A região de Afar, na Etiópia, é uma área geologicamente instável, onde três falhas tectônicas se encontram. À medida que as placas tectônicas se afastam, a crosta se afina, preparando o terreno para o surgimento de uma nova bacia oceânica, semelhante à formação do Atlântico, que ocorreu há milhões de anos.

Cometa 3I/ATLAS: O mistério alienígena que desafia a ciência

O cometa interestelar 3I/ATLAS, recentemente analisado por cientistas, revelaram ser maior do que inicialmente se imaginava, podendo até abrigar tecnologia alienígena. A pesquisa divulgada por Avi Loeb sugere que sua massa ultrapassa 33 bilhões de toneladas e seu núcleo teria um diâmetro de mais de 3,1 milhas, o que o tornaria significativamente mais massivo que outros cometas detectados. Entretanto, estudos concorrentes afirmam que o 3I/ATLAS é um corpo natural e não uma sonda extraterrestre, contestando a hipótese de Loeb quanto à sua intenção de observação em relação à Terra, afirmando que segue trajetória comum.

Nobel de Medicina 2025: Pesquisadores conquistam prêmio por estudo sobre imunologia

O Prêmio Nobel de Fisiologia ou Medicina de 2025 foi concedido a Mary Brunkow, Fred Ramsdell e Shimon Sakaguchi por suas pesquisas sobre tolerância imunológica periférica. Esses trabalhos são cruciais para entender como o organismo distingue entre células do próprio corpo e invasores, evitando doenças autoimunes como diabetes tipo 1 e esclerose múltipla. As descobertas também prometem avanços na imunoterapia e rejeição de órgãos transplantados, sendo reconhecidas como essenciais dentro da imunologia moderna, de acordo com especialistas. A cerimônia de entrega das laureações ocorrerá em Estocolmo, celebrando as inovações científicas desses pesquisadores.

Descobertas na China: Ovos de dinossauro de 86 milhões de anos revelam segredos climáticos

Cientistas na China descobriram 28 ovos de dinossauro com cerca de 86 milhões de anos na reserva fóssil de Qinglongshan, utilizando uma técnica de 'relógio atômico' para datá-los. Esse método, conhecido como datação urânio-chumbo, revelou que os ovos pertencem à espécie Placoolithus tumiaolingensis. Os pesquisadores acreditam que a datação pode fornecer informações valiosas sobre como os dinossauros se adaptaram a um clima em resfriamento. Este achado é significativo para a paleontologia, pois marca a primeira datação confiável na reserva e poderá ajudar a entender o comportamento de nidificação dos dinossauros.

Nasa descobre indícios de vida antiga em Marte

A NASA anunciou recentemente a possibilidade de indícios de vida antiga em Marte, provenientes de uma amostra de rocha coletada pelo rover Perseverance. Durante uma coletiva de imprensa, a administradora associada da NASA, Nicola Fox, enfatizou que esta descoberta é um passo significativo em direção à busca por vida no planeta vermelho. A rocha, chamada Cheyava Falls, foi retirada de um leito seco na cratera Jezero, e os cientistas acreditam que os nódulos minerais presentes podem ter se formado a partir de processos relacionados à vida. No entanto, mais investigação é necessária, levando à proposta de trazer amostras para a Terra.

Cientistas detectam explosão cósmica espetacular a 130 milhões de anos-luz da Terra

Cientistas do MIT revelaram a descoberta de uma explosão espacial incrível, a RBFLOAT, a 130 milhões de anos-luz da Terra, classificada como um fast radio burst (FRB). Este fenômeno raro, um dos mais próximos já registrados, foi identificado em uma galáxia espiral, NGC4141, na constelação da Ursa Maior. O FRB dura milésimos de segundo, liberando mais energia que toda a galáxia em um instante. A detecção, viabilizada por um novo sistema de telescópios, abre possibilidade para estudos aprofundados, revelando a complexidade e a diversidade desses fenômenos cósmicos enigmáticos da astrofísica.

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